sexta-feira, 15 de agosto de 2008

ESTÁ DESEMPREGADO? PRECISANDO DE UM EMPREGO? CANSADO DE FAZER CURRICULUNS E VIAJAR PARA NATAL SEM OBTER ÊXITO?

Se você reside nas cidades tais como: Macau, João Câmara, Taipú, Poço Branco, Ceará-Mirim, Touros e proximidades destas cidades, suas preocupações acabaram. Recentimente abriu um escritorio de Contabilidade e consultoria administrativa na cidade de Ceará-Mirim-RN, visando atingir e suprir todas as essas necessidades, oferecendo diversos serviços tais como: Confecção em arte de Baners, consultoria administrativa, desenvolvimento de fluxogramas, organogramas, planilhas gerenciais, folha de pagamento de funcionários, dentre outras atividades. Com endereço fixo, situado na rua João Xavier Pereira Sobral, Nº 814, Cidade de Ceara-Mirim-RN, a LUMINUS chega ao mercado com um serviço inovador. Além de trabalhar com seu foco na área administrativa e contabel, ela ofereçe o CADASTRAMENTO DE CURRICULUNS onde são cruzadas as informações do perfil de candidato com o perfil solicitado pelas grandes empresas parceiras do escritorio. Com a pequena taxa cobrada no ato do preenchimento, você entra automaticamente no processo seletivo para cargos como: operador de caixa, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Escritorio e outros. Para maiores informações ligar para: (84) 9956-3116 falar com Adm. Jean Fábio, om o contador Luiz Antônio ou pelo e-mail: luminusescritorio@bol.com.br

Os 3 “Is” da Comunicação



Nestes mais de 25 anos de atuação no mercado, sempre estivemos em crise neste país, a não ser em alguns poucos e curtos períodos, estes sim, verdadeiros e inconsistentes soluços de uma prosperidade “fake”, na maioria das vezes também fruto de canetadas irresponsáveis.
Ao longo de todo estes anos simplesmente temos colhido os frutos de uma histórica incompetência na gestão desta marca chamada Brasil.
No tocante ao mercado publicitário, o fato é que nossa atividade depende visceralmente da conjuntura política-econômica e, quanto mais saudável for a economia do nosso país, mais próspera e pujante será nossa publicidade.
Neste contexto, entendo que as análises sobre crise no mercado publicitário deveriam ser mais abrangentes e menos focadas na primária preocupação com a tal da verba publicitária, se cresceu ou vai crescer, pois, como disse, se o país crescer ela cresce naturalmente.
Além disso, a história nos ensina que a economia é cíclica. Assim sendo, mesmo que o futuro nos reserve um período de crescimento econômico consistente e mais prolongado, no que acredito, certamente outras crises e ameaças surgirão, nos obrigando a ser competentes e, acima de tudo, criativos.
O que importa é como fazer nosso negócio continuar rentável mesmo que a verba publicitária não cresça, como continuar sendo indispensáveis para os clientes, que cada vez mais necessitam de soluções de comunicação de Marketing e não apenas de propaganda para fazerem suas marcas vencerem neste cenário tão competitivo e desfavorável.
A comunicação mudou, evoluiu e assim como existem os Ps do Marketing, entendo que uma agência de propaganda moderna e bem sucedida deve atuar levando em consideração seus 3 “Is”:
• Informação – a informação, cada vez mais acessível e abundante, tornou-se matéria prima indispensável à nossa atividade. Foi-se o tempo em que apenas o talento era suficiente.
• Integração – a prestação de um serviço pressupõe a capacidade de integrar várias ferramentas de comunicação e Marketing e não apenas a propaganda. Além do que, a integração das equipes da agência e do cliente é fundamental para alcançar os objetivos traçados.
• Inconformismo – não podemos nos conformar nem com verdades absolutas, fórmulas de sucesso ou paradigmas, assim como também não podemos nos conformar com a primeira boa idéia que aparece.
O mercado está em permanente mudança e em velocidade cada vez maior. Cabe às agências se adaptarem a estas mudanças. Buscamos sempre nos questionar, nos reinventar. Nós da Casa da Criação, somos inquietos, inconformados. Felizmente, estamos sempre em crise.
* Noel De Simone é especializado em Direito, Marketing Empresarial e Comunicação Corporativa, com cursos no Brasil e no exterior. Associou-se há 18 anos à Casa da Criação. Possui experiência profissional de 18 anos como executivo do Grupo Libra, Arthur Andersen e Shell do Brasil S.A., além de ter atuado como consultor de Marketing. É o responsável pelo Planejamento e Atendimento do Grupo Casa da Criação.Mundo do Marketing: Publicado em 15/8/2008

Mobile Marketing se organiza para evitar risco de SPAMs



O mercado de Mobile Marketing, apesar de ainda recente, começa a definir diretrizes para padronizar o setor e evitar abusos por parte das campanhas que utilizem o celular como mídia. Em sintonia com essa tendência, a Mobile Marketing Association lançou recentemente o seu Código Global de Conduta, já disponível em português no site da entidade.
Apesar de apresentar um conjunto de diretrizes básicas segundo cinco princípios (Notícia; Escolha e Consentimento; Customização e Restrições; Segurança; Controle e Responsabilidade), é um passo inicial para padronizar o setor.
O código estabelece que as ações mobile veiculadas pelos profissionais de Marketing possuam relevância e informem algo novo ao usuário. As empresas devem ainda enviar mensagens apenas para os usuários que a requisitarem, além de oferecer processos simples de cancelamento do serviço.
Operadoras seriam as maiores responsáveis pelas açõesCabem ainda às companhias segmentar eficientemente suas campanhas, sem enviar conteúdo irrelevante para um determinado público e investindo em segurança de forma a proteger esses dados e evitar que sejam utilizados para outros fins não autorizados pelo usuário.
Apesar das ações de Marketing para celular sofrerem a interferência de instâncias diferentes, como anunciantes, agências de Marketing e agregadoras de conteúdo para celular, Luiz Santucci, presidente da Associação de Marketing Móvel do Brasil, acredita que as mais interessadas ou responsáveis por uma normatização devem ser as operadoras de celular. Atualmente, todas as ações realizadas pelo mercado passam pela aprovação das operadoras.
“Elas são as principais afetadas nessa questão, já que, quando o consumidor vai reclamar, ele se dirige a ela, e não à marca anunciante. Apesar disso, vejo ações abusivas sendo aprovadas, inclusive usando base de dados opt-in (com autorização) de outras ações”, explica Santucci em entrevista ao Mundo do Marketing.
Mercado busca evitar o estrago dos SPAMsO mercado começa a se organizar automaticamente para evitar que futuramente torne-se necessária uma interferência do governo definindo normas para o setor, como aconteceu com os call-center. Um exemplo disso é o uso de palavras comuns em todas as ações para cancelamento de participação em ações mobile – o opt-out -, como “sair” e “cancel”.
Gustavo Dondo, Diretor de Criação do Grupo TV1 e responsável pelas ações de Mobile Marketing da agência, teme que o mercado sofra o mesmo problema enfrentado pelo E-Mail Marketing, onde o SPAM é responsável por afastar consumidores de mensagens em sua caixa de e-mails.
Atualmente, o Mobile Marketing ainda é uma pequena parte de todo o faturamento da TV1, com ações esporádicas. No entanto, as mídias digitais, no qual se inclui as ações para celular, já representam 40% do faturamento da companhia. “O Mobile Marketing é tratado como algo experimental, marginal, mas já há quem preveja que torne-se uma das principais mídias para ações de Marketing. Mas devemos ter cuidado para não estragar esse potencial como fizeram os junk mail com os e-mails”, aconselha Dondo.
Novas ferramentas também devem ser levadas em contaSe o mercado de SMS Marketing ainda está em definição, isso é ainda mais forte em ferramentas mais novas, como WAP, Bluetooth e aquelas que surgem com o advento da tecnologia 3G. Muitas desses instrumentos mais modernos já procuram formas de seguir essas diretrizes.
Um exemplo é a ação atualmente em operação pelo Grupo TV1 para a Brasil Telecom para divulgar o Telefone Único WiFi, celular que funciona como extensão do telefone fixo de casa ou escritório em qualquer lugar do mundo. Foi elaborado um site WAP para explicar o produto e que pode ser acessado a partir dos sites WAP do Estadão, Gazeta Mercantil e Investnews, com o objetivo de atingir o público corporativo. O conteúdo só pode ser acessado pelos os celulares localizados em São Paulo, onde o produto está disponível.
Consumidor precisa se acostumar com as novas ferramentasO maior empecilho, no entanto, ainda é a falta de hábito dos consumidores em utilizarem esses serviços. Segundo dados da Nielsen Mobile, apenas 2,6% dos usuários de celulares utilizados no Brasil utilizam pelo menos uma vez por mês serviços de internet no celular. Os americanos e ingleses estão entre os que mais usam, com 15,6% e 12,9% de representação, respectivamente.
“As ações que utilizam essas ferramentas são segmentadas, voltadas aos heavy users. Hoje é a minoria que sabe usar e se interessa em buscar conteúdo pelo celular. Além disso, há a questão do consumidor de não saber o quanto está pagando por aquilo, já que a cobrança é feito por volume de dados (kilobytes) transferidos”, explica o Presidente da Associação de Marketing Móvel.
Enquanto isso, a Associação de Marketing Móvel do Brasil já prepara o seu próprio código de conduta para o mercado brasileiro, já tendo realizado pesquisas no mercado. “Agora queremos nos aproximar das operadoras. Elas quem devem dar o veredicto final. Mas isso não pode ser algo definitivo, mas sim mutável, que possa aceitas as mudanças que o mercado venha a passar”, aconselha Santucci.

Ministro libera recursos para elaborar projetos


Ministro Luiz Barretto assinou convênio com a governadora Wilma de Faria15/08/2008 - Tribuna do Norte .O ministro do Turismo, Luiz Baretto, anunciou a liberação de R$ 3 milhões para a elaboração dos projetos que o Rio Grande do Norte usará para os recursos do Prodetur Nacional, cuja carta de intenções foi assinada ontem, em Natal. A assinatura foi realizada em um evento no Hotel-Escola Barreira Roxa, onde estavam também a governadora Wilma de Faria, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, outras autoridades e empresários locais.

O dinheiro para elaboração dos projetos, que vão focar em infra-estrutura e qualificação, deverá ser liberado em até 40 dias. “Esse recurso é muito importante para que tenhamos todos os projetos prontos quando o financiamento for liberado, para que possamos aplicá-lo o mais rápido possível”, esclarece o coordenador do Prodetur no RN, Carlos Alberto Medeiros, referindo-se aos US$ 75 milhões (R$ 120,7 milhões) que virão para o estado através do programa.

Diferente do que foi publicado na quarta-feira passada pela TRIBUNA, o documento assinado ontem é a garantia de que o governo federal assumirá integralmente a contrapartida de US$ 30 milhões. Os outros US$ 45 milhões são financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ao Governo do Estado. Os juros e prazos para pagamento ainda estão sendo definidos. “A grande vantagem é que, mesmo pagando esses juros, que são muito baixos, o Estado ganha, porque recebe essa contrapartida, que não tem custos”, diz Carlos.

Antes da assinatura do contrato com o BID, que deverá acontecer em novembro, o RN ainda vai receber três missões de representantes do banco. A primeira será nos dias 15 e 16 do próximo mês. Além dessas visitas , ainda há outras etapas, a aprovação do Senado e da Assembléia Legislativa. Carlos Alberto explica que esse é o trâmite normal e garante que os recursos já estão assegurados.



Benefícios

Os recursos do Prodetur Nacional começarão a ser aplicados em 2009. Serão beneficiados 52 municípios de três pólos turísticos: Costa das Dunas, Costa Branca e Seridó. Esses dois últimos receberão recursos do Prodetur pela primeira vez, pois nas versões anteriores do programa não estavam oficialmente constituídos.

O RN também participou das versões 1 e 2 do Prodetur – nelas, o programa se limitava ao Nordeste; agora se chama Prodetur Nacional porque considera todo o Brasil. Algumas obras das edições anteriores estão em andamento e outras ainda serão licitadas, como a qualificação de 4,2 mil pessoas do Pólo Costa das Dunas, que compreende 18 municípios, de Baía Formosa (Litoral Sul) a Pedra Grande (Litoral Norte). Segundo o titular da Secretaria Estadual de Turismo (Setur), Fernando Fernandes, esse projeto deverá ter suas atividades concluídas em um ano.

O ministro destacou que o Prodetur visa também melhorar as condições gerais do estado que recebe os recursos, com obras como as de saneamento. “Não há turismo de qualidade onde não há qualidade de vida para os moradores”. Durante seu discurso, ele se comprometeu, ainda, a liberar, até o fim do ano, os R$ 20 milhões necessários à construção da nova estrada para encurtar a distância entre Goianinha e Pipa.

Câmara aprova Lei do Turismo

Durante a cerimônia de ontem, o ministro Luiz Barretto aproveitou a presença do presidente do Senado, Garibaldi Alves, para agradecer pela decisiva atuação que o senador teve na aprovação da Lei do Turismo quando ela esteve no Senado. “Em três dias ela foi votada, um tempo recorde”, lembrou o ministro.

Devido à inclusão de uma emenda - que reduz o valor do teto da multa de R$ 3 milhões para R$ 1 milhão para quem descumprir as normas previstas na lei -, o projeto precisou voltar à Câmara dos Deputados, onde foi aprovada na noite de quarta-feira passada e segue agora para sanção do presidente da República.

O projeto estabelece a Política Nacional do Turismo, que definirá as atribuições do governo federal nas ações de fomento ao turismo, e cria marcos regulatórios para o setor. Uma das principais mudanças contempladas na lei é a classificação do turismo como atividade econômica, com benefícios fiscais e de crédito para hotéis, meios de hospedagem, agências de turismo e organizadores de feiras e congressos. Outra regra é que hotéis e pousadas só poderão funcionar se estiverem cadastrados no Ministério do Turismo. Empresas do trade turístico, como agências e empresas de transporte, também devem efetuar o registro. Esse banco de dados será atualizado a cada dois anos. “Com a nova lei, uma série de medidas vai beneficiar o setor do turismo no Brasil” disse o ministro do Turismo, Luiz Barretto, que destacou o empenho do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia e ao colégio de líderes, que possibilitou a votação do projeto no retorno das atividades do Congresso. Para o ministro, a aprovação da lei traz maior segurança jurídica para os investimentos internos e estrangeiros, disciplina e promove o setor, como fator de inclusão social, gerando emprego e renda.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

RN tem o menor custo por metro quadrado do país


O custo nacional por metro quadrado subiu de junho para julho06/08/2008 - Tribuna do Norte
O Rio Grande do Norte tem o menor custo do metro quadrado do país. De acordo com a conclusão de julho do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, o valor potiguar é de R$ 560,07. Na outra ponta, com o maior custo do Brasil está Roraima com R$ 732,40, seguida do Rio de Janeiro (R$ 721) e São Paulo (R$ 715,37). Em 2002, o Congresso Nacional aprovou, através da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a adoção do Sinapi como referência para delimitação dos custos de execução de obras públicas.A inflação medida pelo Sinapi ficou em 1,03% em julho, recuando em 0,21 ponto percentual em relação a junho (1,24%). Porém, o resultado ainda está acima do registrado em julho do ano passado (0,41%). Neste ano, a taxa situa-se em 6,36%, também acima da variação observada no mesmo período do ano passado (3,58%).O levantamento apontou que o custo nacional por metro quadrado passou de R$ 637,69 em junho para R$ 644,23 no mês passado. Desse valor, R$ 369,04 se referem a despesas com materiais e R$ 275,19, com mão-de-obra. Na análise regional, o Sudeste registrou o maior custo por metro quadrado com R$ 684,45, seguida das regiões Sul (R$ 640,05), Norte (R$ 631,36) e Centro-Oeste, com R$ (619,64). A região Nordeste registrou o menor custo, em comparação com as outras, ficando em R$ 598,66.No Nordeste, Alagoas é o estado que possui o maior valor cobrado: R$ 638,75. Em segundo lugar, ficou a Bahia, com R$ 626,10, seguida do Maranhão, onde o custo chega a R$ 604,18.
SaláriosA maior variação do Índice da Construção Civil em julho foi registrada na região Norte (2,10%). De acordo com o IBGE, o resultado foi influenciado pelo Amazonas devido aos reajustes salariais dentro do acordo coletivo.A região Centro-Oeste veio em seguida, com alta de 2,02%, pressionada pela taxa de Mato Grosso, também devido aos reajustes nos salários. O índice da região Sul variou 0,92%, enquanto Nordeste e Sudeste tiveram variações iguais (0,79%).

Enade: Curso de Odontologia da UFRN é o melhor do Brasil



Dos 3.239 cursos superiores do Brasil avaliados pelo Enade 2007 (exame nacional de desempenho de estudantes), apenas 25 alcançaram nota máxima 5, sendo oito de instituições Estaduais e 17 de Universidades Federais. Dentre os aprovados, está o de Odontologia da UFRN, eleito o 5º melhor curso superior do país, dentre as 16 áreas do conhecimento. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (06).
Para alcançar essa colocação, o curso de Odontologia da UFRN obteve nota máxima nos três principais conceitos do exame: a nota do Enade, IDD (índice de desempenho que mostra o quanto de conhecimento a instituição agregou ao aluno) e o CPC, nova modalidade que faz uma média entre a prova, o índice de desempenho e inserindo uma avaliação dos professores e da infra-estrutura da instituição.
Além de Odontologia da UFRN, os outros quatro melhores cursos do país são: Medicina na Universidade Federal de Mato Grosso; Medicina na Faculdade Federal de Ciencias Médicas de Porto Alegre, Medicina na Universidade Federal do Rio grande do Sul e Nutrição na Universidade Federal de Viçosa.
Avaliação
O Enade é uma avaliação obrigatória para os alunos que são selecionados através de uma amostragem feita pelo Inep. A avaliação faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e visa avaliar a qualidade dos cursos de graduação.
O Exame 2007 foi realizado em Novembro e avaliou 16 áreas do conhecimento, incluindo os cursos de agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, tecnologia em radiologia, tecnologia em agroindústria, terapia ocupacional e zootecnia.
De acordo com o Instituto Nacional de de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), foram avaliados 3.239 cursos, de 753 instituições do país. Foram convocados 145.380 ingressantes e 112.962 concluintes, além de 1.365 voluntários.
A seleção dos alunos para o Enade 2008 acontece em 26 de setembro. Já as provas serão aplicadas no dia 9 de novembro.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Patrocínio: retorno através de visibilidade, vendas e comportamento


Atualmente é grande o número de empresas que associam suas marcas a eventos musicais, esportivos, culturais e - mais recentemente - de responsabilidade sócio-ambiental. O patrocínio é mais uma das ferramentas do Marketing que leva experiência ao consumidor com o objetivo de fidelizá-lo ou ganhar a simpatia dele. O difícil é saber qual o retorno exato que esta ação traz para o patrocinador, para a marca e, claro, para as vendas.
Marcas como Coca-Cola, Petrobras, Fila e Lotto fazem parte do cenário de patrocínios no Brasil através de eventos e esportes e lutam para conseguir mensurar o retorno do investimento. Pesquisas, análises financeiras, mídia espontânea e aumento em vendas são opções sólidas para mensurar uma ação de patrocínio. A visibilidade da Coca-Cola ao patrocinar um evento musical no Nordeste faz com que as pessoas associem a marca a um momento divertido e lembrem que ela proporcionou uma experiência positiva.
Impacto para quem vê e para quem senteQuando uma marca deixa de ser uma imagem corporativa e passa a oferecer experiência e emoção, ela automaticamente começa a ser vista pelo consumidor de forma diferente e é provável que fique na mente deles por bastante tempo. “Para patrocinar um evento é melhor ter exclusividade para não ser mais uma no meio de muitas outras. O ideal é quando o nome da marca faz parte do nome do evento”, diz Paulo Sérgio Oliveira, Gerente de Marketing da Norsa, empresa de bebidas fundada pela união dos franqueados Coca-Cola da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
De acordo com Paulo Sérgio, é possível até que um patrocínio gere impacto - talvez com menos intensidade - em pessoas que não participaram de um evento. Mesmo sem fazer parte da tribo, o consumidor tem noção do tamanho do evento e sabe qual é a marca patrocinadora. “Através do produto Burn (bebida energética da Coca-Cola) criamos um efeito duplo porque quem esteve no festival se divertiu e fora dele as pessoas associam a marca ao evento”, conta Oliveira em entrevista ao Mundo do Marketing.
Para mensurar o retorno que os eventos trazem para uma marca é preciso perceber como o mercado reage. De acordo com o Gerente de Marketing da Norsa, o importante é dar seqüência ao trabalho periodicamente. “É preciso haver continuidade de patrocínios para que haja consolidação na cabeça do consumidor. O departamento de Marketing tem que se programar para fazer estas ações por muito tempo”, explica.
Esporte abre um leque de opçõesOutra forma de levar experiência ao consumidor é através do patrocínio ao esporte. A paixão do torcedor pelo seu time - seja em qual modalidade for - é um ótimo álibi para vincular uma marca e torná-la admirada de forma rápida e racional. No caso do Futebol, por exemplo, o torcedor enxerga a empresa patrocinadora de seu clube com mais atenção e respeito, tornando aquela marca a primeira da lista na hora da compra.
O futebol é fonte de grande retorno para as marcas patrocinadoras no Brasil porque, independentemente do resultado dentro de campo, o torcedor admira e consome a marca em qualquer situação e as estratégias podem variar de acordo com o mercado. “Podemos patrocinar times com objetivo de desenvolver a marca em lugares com pouca penetração e, assim, entrar com força na região através de ações de ativação de patrocínio”, aponta Francisco Machado (foto), Diretor do Grupo Dass, detentor das marcas Umbro, Try-On, Kappa e Fila.
Entrar em regiões desconhecidas não é o foco da Coca-Cola, que evita se associar a eventos ou marcas em ascensão. Pelo menos no Nordeste do país, a companhia prefere estar vinculada ao que já é do conhecimento dos potenciais consumidores. “Damos preferência às empresas mais consolidadas no mercado. Não acredito que patrocinar algo em construção seja uma boa opção”, avalia Paulo Sérgio Oliveira, da Norsa. O discurso de Oliveira é embasado por João Augusto Simone, Diretor de Operações da Lotto no Brasil. “É mais interessante patrocinar um clube grande, mesmo que custe mais caro, porque traz um retorno maior”, diz.
Usar o patrocínio para introduzir a marca em novos mercados é uma estratégia comum em muitas empresas que investem no futebol brasileiro. O prestígio que a marca alcança com os torcedores de um clube acaba gerando fidelização. “Os torcedores provavelmente vão olhar para a marca patrocinadora de seu clube na hora de decidir a compra. Funciona como a estratégia do cavalo de tróia. Depois que a marca entra no mercado, se espalha sozinha”, compara Simone (foto), da Lotto.
Inteligência como estratégia de patrocínioMesmo com pouca verba disponível para investir, existem outras formas de se fazer patrocínio e obter um retorno satisfatório. Partindo do princípio de que patrocinar é mexer com aspectos intangíveis, qualquer marca tem grande oportunidade de oferecer seus serviços ou produtos de forma consistente, com reciprocidade, através da aproximação de pessoas, sensibilidade e emoção, de forma simples, barata e eficiente.
Diferente da Europa e da América do Norte, o Brasil ainda precisa se desenvolver no processo de patrocínio esportivo. Mas, através da uma boa estratégia é possível atingir o objetivo. “Se a padaria quiser se aproximar de um clube de futebol, fica difícil colocar a marca na camisa, mas é possível associar a marca ao clube fornecendo pães para todas as categorias de futebol e assim fazer a veiculação usando a marca do clube”, analisa Francisco Machado, Diretor do Grupo Dass.
Esta estratégia por parte de pequenas empresas é bastante comum na Europa e nos Estados Unidos, porém pouco utilizada no Brasil. De acordo com o executivo do Grupo Dass, existem clubes estrangeiros com diversos patrocinadores. “Os clubes são patrocinados por cerca de oitenta marcas, mas só duas delas estão nos uniformes”, garante. Estas são oportunidades que podem ser ajustadas ao mercado brasileiro sem que consumidor deixe de comprar um produto porque a marca patrocina um clube rival.
Cultura e meio-ambiente fortalecem a comunicaçãoPatrocinando diversos projetos voltados para a cultura e responsabilidade social, a Petrobras investe em cerca de mil projetos culturais como cinema, artes cênicas, música, literatura, entre outros. “A empresa busca agregar valor à reputação de sua marca com o patrocínio a projetos que valorizam e incentivam a cultura brasileira, com eventos de reflexão e preservação”, conta Eliane Costa, Gerente de Patrocínio da Petrobras.
De acordo com Eliane, o retorno das ações de patrocínio da Petrobras não é medido através de visibilidade ou retorno de mídia. “A Petrobras busca demonstrar seu compromisso com a Responsabilidade Social e com o crescimento do país”, afirma.
Apesar de ser uma forma de ressaltar a marca levando em consideração o número crescente de empresas que se preocuparem com a preservação ambiental, a estatal petrolífera tem investimentos que visam um retorno para a marca. “A manutenção da parceria com o Grupo Galpão, Grupo Corpo e Orquestra Petrobras Sinfônica, tem como objetivo obter retorno institucional e de veiculação de marca”, completa Eliane.